O Plano Director do Turismo da Província de Inhambane foi lançado em Maputo pelo Secretário de Estado Fredson Bacar, como instrumento estratégico para orientar o crescimento sustentável do sector. Reconhecida pelo seu elevado potencial natural, Inhambane deverá consolidar-se como destino turístico de referência, contribuindo para receitas, emprego e valorização das comunidades locais. A iniciativa integra …
Plano Director de Inhambane orienta crescimento do sector turístico

O Plano Director do Turismo da Província de Inhambane está a ser concebido como um instrumento central para orientar o crescimento estruturado e sustentável do sector turístico, no quadro de uma estratégia nacional mais ampla para dinamizar a economia.
O processo foi lançado esta quarta-feira, na Cidade de Maputo, pelo Secretário de Estado do Turismo, Fredson Bacar, durante a abertura do Retiro Estratégico que marca igualmente o início da elaboração da Estratégia Nacional do Turismo.
O Plano Director de Inhambane surge como uma ferramenta essencial para organizar o desenvolvimento do turismo na província, reconhecida pelo seu elevado potencial natural e capacidade de atracção de visitantes.
A iniciativa enquadra-se na visão do Governo de estruturar o sector de forma sustentável, alinhando políticas públicas e promovendo um crescimento equilibrado.
Abordagem integrada e de longo prazo
O Retiro Estratégico visa garantir que o desenvolvimento do turismo seja orientado por uma abordagem integrada, envolvendo diferentes intervenientes e assegurando resultados duradouros:
“Com a realização deste Retiro, o Governo pretende assegurar uma abordagem estratégica, integrada e de longo prazo para o desenvolvimento do turismo, reforçando o seu papel como motor da diversificação económica e da promoção de investimentos, com vista a posicionar Moçambique como um destino turístico competitivo e sustentável.”
Com a implementação do Plano Director, espera-se que a província de Inhambane reforce a sua posição como um dos principais destinos turísticos do país, contribuindo para a geração de receitas, criação de emprego e valorização das comunidades locais.
O Governo aposta, assim, no turismo como um vector estratégico para o desenvolvimento económico e social, promovendo simultaneamente a conservação dos recursos naturais e culturais.



